IV Rali Sprint (Rampa) de Sosousas (Madeira) 2005 - os videos

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Aqui pode ver as minhas imagens;


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e aqui pode ver as imagens da "equipa maravilha"!!!

III Rali Sprint (Rampa) de Sosousas (Madeira) 2004 - Os videos

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Aqui pode ver as minhas imagens;


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e aqui pode ver a minha concorrência.

III Rali Sprint (Rampa) de Sosousas (Madeira) 2004

Transcrevo para aqui a crónica publicada após esta prova na revista "Topos & Clássicos":

III Rali Sprint (Rampa) de Sosousas
Depois da experiência do Motorshow no Porto, a fazer lembrar o Troféu Andros, chegou a oportunidade de representar as cores da “Topos & Clássicos” na Madeira. De chegada à ilha, tratei de ir “trabalhar”. Decorar cada curva ao longo de 4,2 Km faz-nos lembrar do papel importante que têm os navegadores nos ralis. O percurso intercala alguns ganchos com zonas rápidas de cortar a respiração (do tipo “esquerda cega a fundo e acredita que é mesmo a fundo”). O piso, não sendo de pista, também não é mau. Chegada a hora das verificações, foi a altura para avaliar a concorrência. Ao nível de Clássicos os Madeirenses têm um “parque” de babar. Três Porsches 911 com ares de RSR, um Fiat 131 com ar de Abarth, um Toyota Corolla (Levin), um Talbot Lotus com ares de fábrica e Escort´s para todos os gostos. Do Continente tinham ido também o Escort RS 1600 (tipo WRC) de Ant. Nogueira, o Mini (tipo Kitcar) de Pedro Salvador, o saudoso Escort ex-Diabolique pertença de Eduardo Gomes, entre outros.
Sábado de manhã, dia da prova, deu-se o alarme: Chovia copiosamente no local do parque fechado (no final da rampa) e eu sem pneus de chuva. Estava já a olhar para as jantes do “meu” Yaris alugado, mas calçado com uns belos Michelin a “vê-las” já no Escort quando me informam que a rampa estava toda seca e apenas molhada nos últimos 50 m. Impossível. Só podiam estar a gozar comigo. Tinha chovido toda a noite a cântaros, a zona estava alagada do dilúvio e 100 m abaixo estava seco! Obviamente não acreditava, mas tal como S. Tomé fui ver. Montei-me no Yaris e desci a rampa. Incrível. Descobri o que é um micro-clima. Com o evoluir do dia, o final da rampa foi secando e as duas ultimas subidas foram feitas já a seco.
No final, a classificação foi banal com o Porsche 911 GT2 de Ant. Nogueira e os seus cerca de 700CV a cilindrarem a concorrência onde apenas o Escort do mesmo Nogueira (e as suas 12.500 RPM) ousou aproximar-se. Para mim, sobrou o degrau mais baixo no podium dos Históricos de 74 atrás do referido Escort XPTO e de um magnifico sexagenário chamado Alexandre Rebelo, que ao volante de um 911 RSR, mostrou aos de “sangue na guelra” que “velhos são os trapos”.
Por fim, uma palavra de surpresa para as magnificas condições e capacidades da organização, com lugar no podium das organizações automobilísticas nacionais, só vendo para crer.

Rui Viana
(Dezembro 2004)

Rali TT Esporão Vindimas (Reguengos) 1999

Nem sempre trazer o nº 69 na porta, foi sinónimo de sorte (no Mini em 1996, trouxe um bom resultado). Nesta prova com cerca de 400 Kms de percurso cronometrado, quando estávamos exactamente a 13 Kms do fim, o Nissan subitamente calou-se. Em contacto com a assistência via telemóvel, e depois de 1 hora de diagnósticos à distancia, descobrimos algo absolutamente anormal: O corta-circuitos (dos melhores do mercado) tinha derretido por dentro.
Como sempre me fiz acompanhar em todas as provas de alguns utensílios para o que desse e viesse (tais como um blusão para o frio, cartão de crédito, telemóvel, e canivete suíço) dei uma de McGiver e com o cabo da instalação eléctrica do sistema de água de beber nos capacetes, fiz uma ligação directa da bateria à ignição, e assim conseguimos terminar (embora em últimos) quando toda a "caravana" julgava que teríamos desistido.

Rali Cidade da Maia 1997

Em 1997, este carro fez uma rampa e quatro ralis. No entanto a sorte não esteve connosco e o Escort não gostou dos ares das provas de estrada. Nos 4 ralis, 4 desistências, todas por coisas ridículas.
O pouco conhecimento que tínhamos do carro, também não ajudou e aqui desistimos com o fusível da ventoinha eléctrica fundido, convencidos que tinha queimado a junta da cabeça!

Rali Solverde (Espinho/Arouca) 1996

Nesta prova era fundamental ganhar a classe de 1300cc para garantir a vitória no campeonato desta classe.
Desde o primeiro troço ao ataque, garantimos aquilo a que nos tínhamos proposto, numa prova em que o Mini esteve no seu melhor.


Com a vitória à classe nesta penúltima prova, garantimos também no campeonato antecipadamente a vitória entre os 1300cc .
Como o orçamento era escasso e o segundo classificado nunca nos alcançaria no campeonato mesmo que vencesse a classe na ultima prova, decidimos não ir a essa.

Contudo fruto de uma decisão da FPAK (já depois do ultimo rali onde os nossos adversários ganharam a classe graças à nossa ausência) que desclassificou dois concorrentes na penúltima prova, os nossos adversários subiram alguns pontos e terminaram o campeonato empatados connosco.

Rali TT de Mortágua 1999

Nesta prova, o Nissan Terrano II ainda tinha a pintura que escolhi para esta época.
(Uns meses depois, durante uma demonstração privada para uns convidados num troço nas Pedreiras de Sesimbra, houve um percalço que terminou com 2 cambalhotas e o carro bastante danificado. Como faltava muito pouco para a prova seguinte, o carro depois de reparado passou a ser todo branco. )
Aqui a meio da prova, também já tinha feito uma pequena alteração à estética do carro. Foi numa parte muito rápida, a descer e cheia de lama. Numa esquerda muito suave, a frente ganhou vida própria e foi "encostar-se" no topo de um muro.

Autódromo do Estoril II (Tr. Datsun) 2002


No troféu, todas as curvas eram disputadas ao
milímetro.








Aqui, tentava fugir ao pelotão.


Bem, nem sempre o carro obedece ao dono, e nos troféus os excessos pagam-se caro!



Neste caso, perder o contacto com o pelotão significa fazer o resto da corrida sozinho.


Rampa da Arrábida 2002

Nesta prova voltei a repetir uma experiência que já tinha experimentado na Rampa de Portalegre em 1997 – fazer uma rampa com 2 carros. É de loucos, pois passa-se o dia a correr de um carro para o outro. Mas ao mesmo tempo é gratificante, pois estamos a fazer aquilo que mais gostamos.




Nesta prova tinha como objectivo com o Datsun, ganhar experiência com o carro em rampa, pois haveria daí a um mês, a Rampa de Murça a contar para o Troféu Datsun.




Com o Escort, o objectivo era ganhar o Grupo 5, o que consegui.

IV Rali Sprint (Rampa) de Sosousas (Madeira) 2005

Transcrevo para aqui a crónica publicada após esta prova na revista "Topos & Clássicos", meu patrocinador exclusivo em 2004 e 2005:

IV Rali Sprint (Rampa) de Sosousas
Desta vez a Rampa Sosousas na Pérola do Atlântico só tinha presentes 3 equipas do continente, mas entre elas lá estava a “Topos & Clássicos” comigo ao volante do Escort RS 2000. Os outros continentais (ou “cubanos”, conforme o lado em que o leitor nos esteja a ler) eram o já habitual António Nogueira que desta vez levou apenas o Escort BDA, e o José Carlos Pais que alugou lá na ilha um Mazda MX-5 ex-troféu. Dos locais, muitas máquinas novas com o parque de clássicos a continuar a crescer em quantidade e qualidade. Como a Madeira só tem um Campeonato de Ralis para Clássicos e VSH (viaturas sem homologação) os pilotos locais que disputam esse Campeonato teriam de levar o navegador ao lado, assumindo a prova o nome de “Rali Sprint” com um único troço feito por 2 vezes em treinos e 3 vezes em prova. No fundo, uma Rampa com navegador. Quem não discute o Campeonato, como era o nosso caso, ia numa Classificação Extra-Campeonato e não carecia de navegador.
Na prova a contar para o Campeonato, Emanuel Caldeira e Narciso Chaves venceram destacados nos Clássicos com o seu Escort RS 2000 MkII, seguidos de Mário Oliveira e Nuno Teixeira noutro Escort RS 2000 mas MkI. A fechar o pódium, o estreante Ricardo Sousa, com o filho Bernardo Sousa, ao volante de outro Escort RS 2000 MkII. Mais para trás, um bonito Kadett GT/E com as cores de fábrica, um belíssimo Cooper S, um 127 Abarth ex-F3Auto, entre outros.
Nos VSH, vitória para Luís Sousa / Rubem Freitas em R5 GT Turbo, seguidos do bonito BMW M3 E30 de Roberto Cró e Bruno Gouveia que deliciaram os espectadores com sucessivas atravessadelas sempre em força. Referencia ainda para o muito bem feito Corolla GT 3 volumes (dos anos 80) com que Francisco Tavares evoluiu, deixando o Toyota Levin na garagem.
Quanto aos Extra-Campeonato, não houve grande história. António Nogueira cilindrou a concorrência como de costume, incluindo a Classificação Geral. Atrás dele, Pedro Mendes Gomes bem tentava que o Golf Kit-Car lá chegasse, mas perdia quase 2 segundos por subida. Em 3º ficava um Mitsubishi Lancer Evo VI e em 4º lugar (2º dos Clássicos Extra-Campeonato) ficava eu, que no inicio ainda pensei em chegar ao Evo VI, mas com o evoluir das subidas e a degradação prematura dos meus pneus traseiros, perdi a esperança. Como atrás estava, algo distante, o Mazda (com ares de Viper) conduzido pelo J. C. Pais, decidi ficar famoso entre o público madeirense. E garanto-vos que fiquei, especialmente na ultima subida em que todas as curvas foram feitas sempre de lado a dar gás com direito a um “donuts” sem tirar pé no gancho com mais entusiastas.
Para terminar, uma palavra de referencia para a Ilha da Madeira, provavelmente o único local em Portugal onde se conhece o verdadeiro significado da palavra “Turismo”.
PS: Leitores da “Topos & Clássicos”, não se esqueçam de ir ao Motor Show no Porto, onde vos prometo uma voltinha ao lado, na pista escorregadia.

Rui Viana
(Julho 2005)

Rali Cidade de Fafe 1996

Alberto de Sousa (Beto), meu navegador, meu primo, mas acima de tudo MEU MELHOR AMIGO, sei que não voltaremos a fazer nenhuma prova juntos, mas quero que saibas que estarei sempre contigo nesta nova etapa da tua vida.
MUITO OBRIGADO por todos os momentos que passámos juntos, dentro e fora dos carros.
(Para quem não sabe, o Beto foi vitima de um AVC e está preso a uma cama com capacidades físicas e psíquicas muito limitadas, mas porque é um lutador e tem a fibra dos vencedores, continua a agarrado à sua nova vida, apesar de todas as suas limitações. Força Beto!)

Baja Portalegre 500 1999

A mítica Portalegre 500, esteve igual a si própria neste ano; cheia de lama!
E nós começámos, como acabámos.
Logo a começar o Prólogo, atascámos
e perdemos imenso tempo até que as máquinas da organização nos tirassem dali. Depois disso, ao longo da prova, atascámos mais umas 2 ou 3 vezes.

O Rui sabe nadar, iôô!!!

Quando achávamos que já nada nos ia parar, até porque já tínhamos 440 kms de troço cronometrado e só faltavam 30 Km para o final, eis mais um atascanço. Tentámos por 4 vezes e 4 vezes a cinta partiu, tal a forma como o chassi fazia vácuo na lama. O homem da máquina contratada pela organização para ajudar nos lamaçais, passou-se e foi embora. Ainda tentámos com outros jipes de outros concorrentes, mas ficaram lá também. Já estava noite escura e tivemos de abandonar ali o carro. Ficaram lá 17 carros. Um deles era o do filho do então Presidente Jorge Sampaio que navegava um assessor do pai.

Autódromo do Estoril IV 2000/Out.

A corrida da consagração. Afim de garantir o campeonato, aluguei este Ford Escort RS 1600 BDA (motor de 16v com cerca de 270 cv) para fazer as duas ultimas provas. Os outros candidatos ao titulo também se sobre-equiparam para a ultima corrida, mas felizmente consegui assegurar a vitória no Grupo 5, também nestas 2 provas. Nesta ultima, a vitória foi discutida até ao fim com o Ferrari Daytona de Miguel Pais do Amaral (o ex-boss da TVI). Aqui segue atrás, o Ford Capri 3000 do meu colega de equipa Jorge Corrêa.
Foi a curvar assim que alcancei o titulo no ano 2000.

Autódromo do Estoril (Programa DTM) 1996


Esta foi a prova de estreia do meu Ford Escort RS 2000 em Portugal. Inserida no programa do DTM (também pela 1ª vez em Portugal) foi organizada uma prova de clássicos, extra-campeonato. Uma dupla jornada mesmo a calhar para fazer a mão ao carro.

Como curiosidade, e ainda hoje não sei porquê, mas o Director da Zaakspeed (que faz alinhar os Mercedes no DTM) gostou do meu carro e veio perguntar se o queria vender, pois era semelhante ao primeiro carro que eles tiveram. Como tinha acabado de o comprar, recusei. Ainda hoje tenho o cartão que me deu, para o caso de mudar de ideias.

Troféu Datsun 1200 (ano: 2002)

Em 2002 era apresentada a segunda geração do Troféu Datsun 1200 (agora já em clássicos). A primeira, no inicio dos anos 70, tinha sido um sucesso, e esta prometia não ficar atrás (e não ficou!).
A "BIOMOTOR Racing" em associação com a "Topos & Clássicos" decidiram apostar forte e apresentaram 5 viaturas a este troféu.


A amarela, para mim Rui Viana











A azul foi para o José Carlos Pais





A laranja era pilotada pelo Herminio Marquês (a pexitagem andava acelerada)









A vermelha, pelo Carlos Fernandes











E na verde, acelerava o Rui Dias (um tripeiro!)








Rampa da Arrábida 1999

O troféu BMW com o patrocínio da Baviera e Mobil1 só durou um ano, e assim, no final do ano vendi o meu para o Porto. O do Serafim Martins também esteve à venda (BMW Laranja) e foi com a intenção de o promover, que o levei até à Arrábida. Aqui já estava preparado em 2002 Ti.
Acabou por ser o carro de serviço para fazer todos os anos, as 6 horas de Braga.

Circuito de Braga I 1998



BMW 2002 Grupo1
Troféu BMW/Baviera/Mobil1

Sábado, sessão de treinos, sob chuva intensa

Recordo-me que apostei com o Serafim Martins, meu sócio nessa altura na
BIOMOTOR, também ele
a competir com outro BMW 2002 no troféu, que se ele entrava na recta da meta todo atravessado sem tirar pé, eu também conseguia. Uma das vezes abusei da confiança e fiz 4 ou 5 piões seguidos, mas felizmente nunca saí da pista e ainda acabei no sentido certo para continuar em frente!






Domingo, prova, com um sol radiante

















Rampa da Arrábida 1996




Mini 1275 GT
Aqui, já com as transformações para Grupo 2 (cerca de 100 cv)











Rali TT Terras d'el Rei (Monte Gordo/Ayamonte) 1999

Esta foi a minha prova de estreia no todo-o-terreno, integrado como cliente numa equipa oficial que fazia alinhar os carros oficiais da Nissan. Como não era piloto oficial da marca, deixaram-me o carro pronto para o experimentar em terra pela primeira vez... na linha de partida desta primeira prova. Logo no prólogo que se realizou em Espanha (zona de Ayamonte e Huelva) fiquei em 7º lugar do Troféu Terrano II (35 concorrentes ao troféu) à frente de dois irmãos, hoje muito conhecidos pelas participações no Dakar, os Inocêncios. Terminei a prova em 10º lugar do troféu, o que era fabuloso para um estreante no TT que ainda por cima, nunca tinha conduzido o carro antes.

Rali das Camélias (Sintra) 1993

Esta foi a minha segunda prova e foi também a ultima prova que se realizou na mítica Serra de Sintra.
Era constituída por 2 troços repetidos por 3 vezes cada. O primeiro era o Autódromo do Estoril feito em sentido contrário, a começar no lado exterior das bancadas, entrada para a recta da meta, volta

invertida, esquerda gancho no acesso da pista para as boxes, voltinha ao paddock e terminava no túnel de acesso às boxes. O segundo era um compacto dos míticos troços da Serra, num total de 17 Kms. Começava a subir a Rampa da Pena, virava à direita pelo troço Pé da Serra, cruzamento à esquerda pelo troço de Sintra, final à esquerda

para o troço da Peninha em sentido contrário até ao seu inicio, esquerda para o troço Lagoa Azul feito a descer e terminava à porta da Penha Longa.
À última da hora, o navegador de serviço depois dos enjoos nocturnos na primeira prova, deu por terminada prematuramente a sua carreira. Como situação de recurso, o meu amigo Nuno Rodrigues da Silva (que viria a ser Campeão do Mundo de Navegadores – Gr. N ao lado do Rui Madeira) deu um curso intensivo (serra acima, serra abaixo) de navegação à então minha namorada (hoje, minha mulher) Fátima Leão, e confesso que foi a minha melhor navegadora até hoje! Fez 5 ralis no banco do pendura, vindo a ser substituída por questões económicas (chegou um navegador com patrocínios).
Resultado: 10º lugar em 33 concorrentes, 3º lugar na classe 1.300 cc.